Atrativos

Arquitetura

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vista do centro do distrito

Interessante conjunto de arquitetura colonial cujas casas sofreram algumas alterações, principalmente com relação aos materiais construtivos e com a substituição dos vãos de portas por janelas, visto que imóveis térreos abrigavam comércio na parte frontal. Algumas residências ainda preservam os oratórios em suas fachadas.Além da imponente Igreja Matriz de São Bartolomeu, o distrito ainda conta com as capelas de Nossa Senhora das Mercês e de São Francisco.

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A abundância de frutas levou os habitantes a iniciarem a fabricação de doces: goiaba, pêssego, laranja, cidra e doce de leite. Os quitutes e o artesanato em madeira são sempre lembrados pelos turistas que vistam São Bartolomeu atraídos pelas inúmeras trilhas (para motos, bicicletas e jipes) e cachoeiras. 

 

 

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Festas e cultos populares

  • Festa da Goiaba (abril);
  • Coroação de Nossa Senhora (maio);
  • Festa do Padroeiro (24 de agosto);
  • Cavalhada e Cortejo do Reinado (24 de agosto);
  • Folia do Divino Espírito Santo (24 de agosto);
  • Folia do Boi da Manta (24 de agosto);
  • Festa de Nossa Senhora das Mercês (setembro);
  • Festa de Nossa Senhora do Rosário 

 

 

 Nos feriados religiosos a cidade pára. Todos se aprontam para ir à igreja de São Bartolomeu, onde há um sino de madeira com mais de 200 anos de idade: vestem sua melhor roupa, fazem manicure e pedicure, cortam o cabelo. As ruas são enfeitadas com flores, e toalhas de linho são estendidas das janelas das casas. E os filhos e netos vêm de fora para visitar os parentes que moram no vilarejo. Em São Bartolomeu, o maior orgulho das pessoas idosas, maioria no distrito, é contar uns aos outros os sucessos dos netinhos na cidade grande.

Artesanato e tradições

  • Artesanato em madeira;
  • Artesanato em argila;
  • Artesanato em palha;
  • Crochê e tapetes;
  • Hortas.

Cachoeira São Bartolomeu

 Cachoeiras

 

Cachoeira de São Bartolomeu

Charmosa queda a aproximadamente seis quilômetros do lugarejo. Não possui piscina natural para mergulho, mas propicia um refrescante banho em meio à vegetação nativa, remanescente da Mata Atlântica. No lado direito encontra-se uma pequena gruta que abriga a imagem do padroeiro do distrito.

 

 

 

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Macaco Doido
Está é uma das quatro quedas existentes na Fazenda do Macaco Doido, localizada na estrada para o distrito de São Bartolomeu. Acesso sinalizado. Propriedade particular. Visitas permitidas.

 

Floresta Estadual de Uaimií

trilha-do-uaimiLocalizada a 35 Km de Belo Horizonte e 10 Km do centro de Betim.

Bioma
Floresta Estacional Semidecidual.

Superfície
4.398 hectares.

 

Abriga um importante remanescente de Mata Atlântica e, em conjunto com o Parque Estadual do Itacolomi, a Estação Ecológica do Tripuí, a Área de Proteção Ambiental Cachoeira e o Parque Natural Municipal das Andorinhas forma um mosaico de unidades de conservação que, somadas, possuem uma área de cerca de 25 mil hectares de áreas protegidas na região do Quadrilátero Ferrífero.

Rio das Velhas

O Rio das Velhas, cujas nascentes estão localizadas na cachoeira das Andorinhas, município de Ouro Preto, é o maior afluente em extensão da bacia do rio São Francisco. Deságua no rio São Francisco, na localidade de Barra do Guaicuí, município de Várzea da Palma (MG).

uaimii-01O Rio das Velhas teve grande importância histórica para o desenvolvimento da região central de Minas Gerais, tendo sido um dos principais caminhos através do qual se desenvolveu o Ciclo do Ouro. A partir de sua nascente, o Rio das Velhas passa por outras cidades históricas da região como Sabará e Santa Luzia.

Pesquisas acadêmicas recentes que indicam que o Rio das Velhas pode ter sido o caminho original da descoberta do ouro em Minas Gerais. Por essa teoria, exploradores vindos do Nordeste teriam descido ao longo das margens do Rio São Francisco e depois do Rio das Velhas. É uma rota bem mais longa do que o caminho a partir do Rio de Janeiro ou de São Paulo, mas é um caminho mais natural. Chegando à região central de Minas Gerais, os exploradores descobriram ouro e pedras preciosas. Somente então, sabendo da localização aproximada, os paulistas teriam subido através da mata e das serras, por um caminho muito mais curto, mas também mais árduo e perigoso. A disputa pelas minas existentes na região levou à Guerra dos Emboabas, ao final da qual a região – antes pertencente à Capitania de São Vicente, atual região de São Paulo – foi elevada à condição de Capitania, administrada diretamente pela Coroa portuguesa.

Devido à importância histórica e ambiental, em 1997 foi iniciado o Projeto Manuelzão, idealizado pela Escola de Medicina da UFMG. Com o objetivo de trazer de volta a vida à bacia do Rio das Velhas, o projeto iniciou uma série de ações para sensibilizar a opinião pública, que vem trazendo resultados através do estabelecimento de políticas públicas municipais e estaduais, e particularmente com controles mais rigorosos para os emissores de poluição instalados ao longo da bacia. O projeto tem a meta ambiciosa de revitalizar o Rio das Velhas até o ano de 2010.

Segundo o escritor Aníbal Machado, nascido em Sabará, este rio era conhecido pelos índios como Uaimií, e pelos bandeirantes como Guaicuí, donde o nome Barra do Guaicuí para o lugar onde deságua no Rio São Francisco. Em Tupi-Guarani, “gwaimi” significa velha e, tanto em Guaicuí como em Uaimií, o “i” final significa “rio”. Da mesma fonte, surgiu o nome em português (Rio das Velhas)

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